sexta-feira, 30 de junho de 2017

POLÍCIA CIVIL DO PARÁ FAZ PRIMEIRA PRISÃO DE CURADOR DO JOGO DA "BALEIA AZUL" NO BRASIL

A Polícia Civil apresentou, nesta sexta-feira, 30, detalhes sobre a operação “Blue Whale” deflagrada por policiais civis da Divisão de Prevenção e Repressão a Crimes Tecnológicos (DPRCT) do Pará, na zona rural do município de Bequimão, a 77 quilômetros de São Luís, capital do Maranhão, no dia de ontem. No local, foi preso o estudante maranhense Jardson Cantanhede Amorim, 19 anos, foi a primeira pessoa no Brasil a ser presa acusada de atuar como "curador" do jogo Baleia Azul na internet. Ele teve mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça paraense após ser identificado como intermediador do Grupo “Blue Whale”, página no Facebook que era usada para orientar crianças e adolescentes a cumprirem o jogo que conta com uma série de desafios, desde a mutilação do próprio corpo com cortes, escutar músicas psicodélicas e até em provas que podem levar ao suicídio dos jovens. 

PRESO
O preso chegou a Belém, na noite de ontem, e foi ouvido em depoimento hoje na sede da DPRCT, no bairro do Telégrafo, pela delegada Vanessa Lee. Segundo a delegada, até o momento, duas vítimas já foram identificadas. Uma delas é uma jovem de 18 anos, moradora em Ananindeua, na região metropolitana de Belém, que chegou a cortar as mãos e braços durante os desafios. A outra vítima é uma jovem que mora em Portugal, que também se lesionou com cortes. Ouvido em depoimento, o preso negou ser curador do jogo da Baleia Azul. As investigações foram iniciadas há três meses, após a mãe da jovem de 18 anos ter procurado inicialmente a Seccional Urbana de Ananindeua, de onde foi encaminhada para a DPRCT, em Belém. Ouvida pela delegada Vanessa Lee, a mãe da jovem informou que a filha estava cumprindo desafios do chamado jogo da Baleia Azul e que chegou a cortar o próprio corpo com uma navalha para cumprir as provas repassadas em uma página na rede social Facebook. 

DELEGADA VANESSA LEE FALA DAS INVESTIGAÇÕES
Após ouvir os depoimentos, a delegada apurou, na época, que a página possuía mais de um curador do jogo. Um deles, que seria o maranhense, explica a delegada, efetuou o aliciamento da vítima paraense pelo Facebook, por meio de um perfil falso e, posteriormente, enviou um convite para a vítima para participar do grupo. Os jovens eram orientados a acessar uma outra rede social de origem russa denominada “VK”. Segundo informações coletadas na rede mundial de computadores, além do Pará, ocorreram casos semelhantes nos Estados do Mato Grosso e Minas Gerais. Ao todo, as investigações identificaram no grupo um total de 88 participantes, mas o número de pessoas com as quais ele se comunicou nas redes sociais não pode ser mensurado. 

As investigações realizadas mostraram que os criminosos, através da internet, cooptaram crianças e adolescentes, em geral, fragilizados emocionalmente por traumas e em estados depressivos, por problemas familiares, a participarem dos jogos. "Facilmente, elas foram impressionadas pelas exigências e orientadas a realizarem as tarefas, caso contrário eram ameaçadas ou tinha os familiares ameaçados", explica. A dinâmica do jogo começava por links contidos em grupos no Facebook, os quais redirecionam os jovens para a rede social russa. Depois, os adolescentes eram selecionados a participar do jogo e a cumprir 50 desafios macabros. Neste jogo, detalha a delegada, o “curador” convidava os jovens para o jogo e enviava os desafios a serem cumpridos por meio de um bate-papo. 

VÍTIMA FOI INSTIGADA A SE CORTAR
Nas conversas, os jovens eram instigados a pegar uma navalha ou faca e riscar a palma da mão com uma numeração fornecida pelo "curador". Depois, tinham que enviar a foto da mão para mostrar que haviam cumprido a prova para poder passar para a próxima prova. A equipe policial da DPRCT efetuou a identificação de IPs e de dados telemáticos para localizar e identificar o endereço do “curador” responsável pelo jogo. Jardson Amorim foi preso na casa onde mora com os pais, em uma comunidade rural, no interior do município maranhense. No local, detalha a delegada, o acusado acessava a internet por meio do telefone celular. Para realizar as investigações, a equipe policial da DPRCT contou com apoio da Coordenação Geral de Inteligência (CGI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), por meio do programa Cyberlab. 

As investigações resultaram na decretação de mandados judiciais pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Ananindeua no Pará. A operação policial no Maranhão, que foi coordenada pela delegada Karina Campelo, da DPRCT, foi realizada em conjunto com a equipe de policiais civis da Delegacia de Bequimão coordenada pela delegada titular do município maranhense, Martha Dayanne. O preso vai responder pelo crime previsto no artigo 122, do Código Penal, por induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio. O crime tem duas penas previstas. Uma delas é de 1 a 3 anos, caso resulte em lesão corporal da vítima, ou de 2 a 6 anos, caso resulte na morte. Após prestar depoimento, o preso foi conduzido para o Sistema Penitenciário para ficar recolhido à disposição da Justiça. 

CRIME ERA COMETIDO NA ZONA RURAL 

O preso é natural de Bequimão e morador de uma localidade do interior deste município chamada Cumbila. "O local simples não impediu que aspectos negativos propiciados pelos avanços das tecnologias da informação, a exemplo da internet, propiciem aos criminosos revelar a extrema crueldade que um ser humano pode cometer se escondendo através de um perfil falso nas redes sociais, de forma a lhe garantir 'anonimato' e, assim, orientar jovens a se mutilarem fisicamente e psicologicamente para depois subtraírem sua vida", ressalta a delegada Vanessa Lee. A Polícia Civil do Estado do Pará vai prosseguir a investigação policial para garantir a proteção da criança e do adolescente e inibir condutas criminosas na rede mundial de computadores.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

PRESO ACUSADO DE MATAR REPRESENTANTE DE SINDICATO DE TRABALHADORES RURAIS EM MOJU

A Polícia Civil apresentou, nesta quarta-feira, 28, informações sobre a prisão de Felix da Silva Tavares, 19 anos, acusado da autoria do assassinato de Maria Trindade Silva Costa, 69, crime ocorrido na localidade de Santana de Baixo, em Igarapé Jambuassu, zona rural do município de Moju, nordeste paraense. A prisão foi realizada por policiais civis da Divisão de Homicídios de Belém em apoio à Unidade Integrada Propaz de Moju, onde foi instaurado inquérito presidido pelo delegado José Alexandre de Lima. Ele foi preso, por volta de 18 horas, na casa do pai, que mora a cerca de 200 metros do local do crime. O preso confessou o assassinato e que agiu sozinho, mas alegou que matou a vítima porque "ouviu vozes que o mandaram matar". Ele está com mandado de prisão preventiva decretado pela Comarca de Moju.

PRESO
As informações foram prestadas pelo delegado Fernando Bezerra, da Divisão de Homicídios de Belém, responsável pela prisão do acusado. A vítima era representante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município e fazia trabalhos assistenciais na comunidade. Segundo o delegado, ela não tinha qualquer ligação com o movimento quilombola. A vítima foi morta após levar uma pancada de madeira na cabeça. Em seguida, teve o corpo enterrado em um matagal pelo acusado. O crime ocorreu por volta de 18 horas da sexta-feira passada. O corpo foi encontrado por populares por volta de 20 horas de sábado. As investigações foram iniciadas pela equipe policial da Unidade Integrada de Moju. Durante o inquérito, o suspeito chegou a ser ouvido em depoimento e negou o crime. Morador no município de Acará, Felix Tavares contou que estava morando na casa do pai, há oito dias, para tentar arrumar um trabalho em Moju, onde o pai é dono de um comércio.

DELEGADO FERNANDO BEZERRA
Ontem de manhã, o acusado ligou para a companheira, que mora em Acará, e confessou ter cometido o crime. Ainda, por telefone, ele confessou o crime para a mãe. Esta, ao tomar conhecimento do fato, telefonou ao pai do acusado informando-o da confissão do filho. Assim, o pai passou a interrogar o rapaz que, diante de um irmão, confessou ter assassinado a vítima. Durante a tarde, a equipe de policiais civis esteve na casa do pai do suspeito, onde ele informou aos policiais a confissão do filho. Ouvido em depoimento, o rapaz confirmou ter atacado a vítima quando ela caminhava sozinha por um caminho em direção da casa em que morava, após se despedir do filho.

DIVISÃO DE HOMICÍDIOS
Ele disse que ouviu a voz dizer que era para matar alguém. Logo em seguida, ele pegou o pedaço de madeira e atingiu a vítima na cabeça. Em seguida, arrastou o corpo até o matagal, onde a enterrou. Ele negou ter cometido violência sexual contra a vítima. Segundo o delegado, as condições em que o corpo foi encontrado não são compatíveis com estupro. "Não há nada que comprove o crime sexual. Foi solicitada perícia para averiguar isso, mas não há qualquer evidência de crime sexual", detalha o delegado. O pedaço de madeira foi encontrado e encaminhado para perícia para passar por exame de comparação com as digitais do acusado. Após a confissão, o delegado José Alexandre requereu ao juiz de Moju a prisão preventiva, que foi de imediato decretada. Com a prisão, a Polícia Civil tem prazo de até 10 dias para concluir o inquérito e remeter à Justiça.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

POLÍCIA CIVIL RECUPERA CARGA ROUBADA DURANTE ASSALTO A BALSA NO MARAJÓ

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia Fluvial (DPFlu), unidade policial vinculada ao Grupamento Fluvial de Segurança Pública, investiga o assalto à balsa da empresa HP Log, crime ocorrido em 6 de maio deste ano, próximo ao Farol da Pescada, em Muaná, na ilha do Marajó. Neste final de semana, um homem - Nazareno Dias da Silva - foi preso em flagrante por receptação de produtos roubados. 


Com ele, foram recuperados alguns objetos levados durante o assalto, como televisores e aparelhos de som. Segundo o delegado Arthur Braga, titular da DPFlu, a carga recuperada estava em Abaetetuba na casa do preso que era responsável pela venda do produto.


Ainda, durante as buscas, os policiais civis foram até a casa de outro suspeito, situada na localidade conhecida como Furo do Urubueua, na zona rural do município, porém ele não foi encontrado. No entanto, na casa, os policiais recuperaram mais produtos roubados e apreenderam uma escopeta de fabricação artesanal tipo calibre 20 e munições. A arma e as munições foram abandonadas com a chegada dos policiais ao local.


Na ocasião do assalto, explica o delegado, os criminosos usaram uma rabeta - embarcação a motor - para interceptar a balsa. Depois, invadiram o local armados e renderam os tripulantes. Em seguida, arrombaram as carretas, onde estavam os produtos, e saquearam diversos produtos. As investigações sobre o crime continuam.


POLÍCIA CIVIL REGISTRA CERCA DE 500 ATENDIMENTO DO PROJETO MULHER RESPEITADA É MULHER EMPODERADA EM ANANINDEUA

Cerca de 500 pessoas estiveram, neste final de semana, na sede da creche municipal Valdete Lima Pinto, situada na Passagem do Arame, entre Avenidas Independência e Rio Solimões, no Paar, em Ananindeua, na Grande Belém, onde foram realizados os atendimentos sociais e de saúde, além de registros de ocorrências de violência doméstica contra a mulher e emissão de carteiras de identidade , promovidos pelo Projeto "Mulher Respeitada é Mulher Empoderada".  

EMISSÃO DE DOCUMENTOS

LOCAL EM QUE FOI REALIZADO O PROJETO

PALESTRA

As ações de cidadania foram coordenadas pela Diretoria de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAV) da Polícia Civil em parceria com a Coordenadoria da Mulher de Ananindeua, Conselho Municipal da Mulher, Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (CRAM) e Fórum de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher (FEV) de Ananindeua.


CORTE DE CABELO

ATENDIMENTO SOCIAL 
Desde as 8 horas da manhã de sábado, 24, até a tarde de domingo, 25, os atendimentos gratuitos voltados à comunidade, e especial, às mulheres, que residem no Conjunto Paar e adjacências, foram realizados no local, como orientações jurídicas e sociais, palestras, corte de cabelo, limpeza de pele, exames rápidos de pressão arterial, glicemia e teste de HIV, entre outros.

Durante a ação, um inquérito policial foi instaurado pela equipe policial da Delegacia Móvel instalada no local com pedido de medida protetiva de vítima de violência praticada pelo companheiro, no último sábado, enviado ao juiz de plantão do Fórum de Ananindeua.

No mesmo dia, o oficial de Justiça foi designado para dar ciência ao acusado da proibição de se aproximar da vítima. Ao todo, oito depoimentos foram tomados no inquérito. 
DELEGACIA MÓVEL
Dez denúncias foram recebidas de vítimas de violência doméstica. Destas, cinco vítimas de violência doméstica foram ouvidas em depoimento. Cinco pessoas foram encaminhadas à Defensoria Pública. No total, 48 carteiras de identidade foram emitidas durante a programação. No total, 38 pessoas foram encaminhadas para atendimento médico. Ao todo, 96 pessoas passaram por corte de cabelo e beleza facial. Foram distribuídos 250 kits informativos foram distribuídos. 

EQUIPE QUE ATUOU NO PROJETO
Foi a quarta ação social promovido pelo projeto em prol da comunidade de Ananindeua. O projeto já passou pelos bairros do Icuí-Guajará, nos dias 20 e 21 de maio; Maguari, nos dias 27 e 28 de maio, e Distrito Industrial, nos dias 10 e 11 de junho. Nas três ações, foram realizados 1.637 atendimentos diretos à comunidade. A delegada Aline Boaventura, titular da Diretoria de Atendimento a Grupos de Vulneráveis, explica que o projeto visa atender as demandas de mulheres do município até a inauguração da Delegacia da Mulher de Ananindeua previsto para ocorrer no final do ano, após o ingresso de novos policiais civis com o encerramento do atual concurso público.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

POLICIAIS CIVIS FAZEM ENTREGA DE DOAÇÕES DE ALIMENTOS PARA FUNDAÇÃO PESTALOZZI DO PARÁ

A Polícia Civil fez uma doação de 50 fardos de leite, nesta sexta-feira, 23, para a Fundação Pestalozzi do Pará, sediada na Avenida Almirante Barroso, bairro do Souza, em Belém. Os produtos haviam sido furtados e foram recuperados por policiais civis da Divisão de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) durante as investigações do crime. A seguradora responsável pela carga decidiu não receber de volta os produtos e autorizou a doação do material apreendido. A entrega foi realizada pela manhã, na sede da instituição, por policiais civis da DRFR chefiados pelo delegado Ricardo do Rosário, titular da Divisão. 


A Fundação Pestalozzi do Pará é uma ONG (Organização não Governamental) de caráter filantrópico e de utilidade pública, que atua há 56 anos no Pará, em atividades voltadas à educação de pessoas com problemas cognitivos, deficiência mental e múltipla deficiência (física e cognitiva), além de clientela de pessoas com necessidades educacionais especiais.

Segundo o delegado, além da Fundação Pestalozzi do Pará, outras fundações serão beneficiadas com produtos alimentícios não-perecíveis recuperados em operações policiais e que tiveram a doação autorizada pela seguradora responsável. Ao todo, a DRFR recuperou, durante a investigação, 180 fardos de leite que serão entregues a diversas instituições. 



POLÍCIA CIVIL VAI LEVAR ATENDIMENTOS GRATUITOS À COMUNIDADE DO PAAR EM ANANINDEUA NESTE FIM DE SEMANA

A Polícia Civil vai promover neste sábado e domingo, dias 24 e 25, de 8 horas da manhã às 18 horas, uma série de atendimentos gratuitos voltados à comunidade, em especial, às mulheres, que residem no Conjunto Paar e adjacências, em Ananindeua, na região metropolitana de Belém. Entre os serviços estão emissões de carteiras de identidade, registros de boletins de ocorrência, pedidos de medidas protetivas às mulheres vítimas de violência doméstica, orientações jurídicas e sociais, palestras, corte de cabelo, limpeza de pele, exames rápidos de pressão arterial, glicemia e teste de HIV, entre outros. A programação será realizada na sede da creche municipal Valdete Lima Pinto, situada na Passagem do Arame, s/n, entre Avenidas Independência e Rio Solimões, no Paar. 

As ações são resultados do projeto "Mulher Respeitada é Mulher Empoderada" coordenado pela Diretoria de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAV) da Polícia Civil em parceria com a Coordenadoria da Mulher de Ananindeua, Conselho Municipal da Mulher, Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (CRAM) e Fórum de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher (FEV) de Ananindeua. 


Essa será a quarta vez que o projeto leva os serviços à comunidade de Ananindeua. O projeto já passou pelos bairros do Icuí-Guajará, nos dias 20 e 21 de maio; Maguari, nos dias 27 e 28 de maio, e Distrito Industrial, nos dias 10 e 11 de junho. Nas três ações, foram realizados 1.637 atendimentos diretos à comunidade. No sábado, 24, de 8 horas ao meio-dia, serão realizadas as ações sociais com previsão de emitir cerca de 100 de carteiras de identidade, além de prestar encaminhamentos, solicitar medidas protetivas, prestar orientação jurídica, entre outros serviços. A programação prossegue durante a tarde e ao longo do domingo, dia 25, até as 18 horas, com atendimentos diversos. 

Entre eles, a Delegacia Móvel, com presença de equipes de policiais civis femininas da Delegacia da Mulher de Belém, para registrar boletins de ocorrência, recebimento e apuração de denúncias de casos de violência doméstica contra a mulher. O projeto é voltado também a atender aos homens e jovens. "Vai haver corte de cabelo, serviços de embelezamento feminino, e também atendimentos médicos rápidos, como medição de pressão arterial e teste de HIV. No evento, serão realizadas também palestras sobre o combate à violência doméstica contra a mulher", detalha a delegada Aline Boaventura, titular da DAV. A delegada explica ainda que o projeto visa atender as demandas de mulheres do município até a inauguração da Delegacia da Mulher de Ananindeua previsto para ocorrer no final do ano, após o ingresso de novos policiais civis com o encerramento do atual concurso público.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

PRESO EM SÃO PAULO ACUSADO DE MATAR ENTEADOS DE 10 E 12 ANOS E DE TENTAR MATAR COMPANHEIRA E CRIANÇA DE SEIS ANOS EM CURIONÓPOLIS (PA)

Uma ação em conjunto das Polícias Civil do Pará e de São Paulo resultou na captura de José Carlos Anjos dos Santos, em Monguaguá, cidade da região metropolitana da Baixada Santista, litoral sul do Estado de São Paulo.  

Ele é acusado de assassinar os enteados de 10 e 12 anos, e de tentar matar a companheira Adriana Matos Alves, 29, e outra enteada de seis anos, no último dia 29 de maio, em Curionópolis, no sudeste do Pará. 

O preso está com mandado de prisão decretado pela Justiça. A provável motivação do crime foi ciúmes por parte do suspeito. 

Após o crime, que abalou a cidade paraense, José Carlos, que paulista e natural do litoral santista, fugiu inicialmente para Marabá de onde seguiu para o Estado de São Paulo. 

Segundo o delegado Thiago Carneiro, responsável pelo inquérito do caso, o preso será recambiado ao Pará para responder pelo crime. 

As vítimas foram atacadas em casa pelo acusado com pedaços de madeira que foram usados para desferir diversos golpes nas crianças e na mulher. 

Na casa, havia sinais de luta corporal. Por enquanto, ele vai permanecer na cidade paulista à disposição da Justiça do Pará, para responder pelo duplo homicídio e pelas duas tentativas de homicídio.